domingo, 17 de julho de 2011

um dia de domingo de sol

Se fosse em Curitiba, hoje eu teria saído de casa para andar de bike, já que com a raridade que o sol aparecia esses dias assim eram memoráveis.
Fiquei em casa, acordei por volta das 11 horas, fui ao mercado (a Haidê de Insensato Coração estava lá), depois fiz um almoço legal e em seguida fui trabalhar em cima de referências e blocos de cinza.
Estava com saudade de abrir o programa e desenhar formas.
No final do dia, tive um sol belíssimo na janela de casa, tirei fotos inclusive.

Essa semana, terei frio na barriga, na verdade suponho que terei. Eu espero que sim.

terça-feira, 12 de julho de 2011

enquanto isso no gtalk...

me: bom diaaa flor do diaaa
mateus: hahah
samille e seu bom humor matinal que lhe é peculiar
Sent at 10:28 AM on Tuesday
me: hahahahaha
mateus: bom dia!

domingo, 10 de julho de 2011

Uma bicicleta.




Nos últimos dias, tenho pensado muito sobre quem eu sou, o que eu quero e em como as coisas acontecem na minha vida. Vejo que nem tudo tem me motivado de verdade.
Entre essas motivações está a minha mudança para São Paulo, já que eu passei 6 meses vivendo os minutos dessa gestação para que as coisas acontecessem.
Agora estou aqui e muitas vezes não sei direito o que fazer. É quando algo que você deseja muito acontece e você pensa: - e agora? o que fazer?

As dúvidas se tornaram boas companheiras para que eu possa conhecer mais do que eu sou. Hoje, conversando com uma amiga percebi que eu me tornei uma pessoa mais calada, mais fechada, apesar de sempre olhar as coisas com bons olhos. Com esse fato, fiquei pensando quais os motivos me levaram a me fechar tanto, a perder o gosto por certas coisas que em contra partida é muito estranho, visto que trabalho com pesquisa.

Cada dia mais converso com pessoas, observo comportamentos e a surpresa nem sempre acontece. As minhas horas tem ficado cada vez mais curtas, as pessoas não tão mais interessantes como antes e uma busca incessante pela desconstrução vem me perguntado o que não gostaria.

Ao mesmo tempo, no meio dessas oscilações, eu comprei um colar qualquer por causa do pingente de bicicleta e um amigo disse: - qual o motivo da bicicleta?
E eu pensei: - sei lá
Ele disse: - você está pedalando atrás do que você quer.

Na hora que ele disse aquilo, fez tanto sentido para o que eu estou sentindo ultimamente.

As pedaladas tem sentido falta de um pedaço, um pedaço que talvez eu saiba o que é e tenha medo de reconhecer.