segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

12:48 AM

Jorge Drexler canta Milonga Del Muro Judio...

Todas as vezes que escuto Jorge Drexler, eu me sinto mais próxima de mim.
Mais próxima do meu íntimo, do que me move e do que me faz perceber a ternura do segundo que passa no relógio.
Amanhã, quero comprar papéis e envelopes. Canetas e uma dose de amor.
É como se eu escreve sem pedir, sem permitir e ao mesmo tempo tentando um novo querer.
Por uns dias eu pude querer, mas não foi o momento certo de querer.
É uma página de uma história que vai virar, se transformar em versos e seguir o seu rumo.
Como se fosse livro, novela, nota de música.
Esse amor pela vida é tão puro, tão terno e tão único de sensações.
As sensações que nos movem, nos divertem e logo depois nos esquecem...

Para novos quereres...

sábado, 10 de dezembro de 2011

minha casa à beira de ataque de nervos

( ) cozinha
( ) banheiro
( ) quarto
( ) roupas no chão do quarto
( ) lavar roupas
( ) arrumar guarda-roupa

tenso.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

como colonizar marte?

sexta-feira, chuva forte e eu estou em um hotel em Atibaia. (Jorge Drexler no Itunes)
por motivos de trabalho.
tenho tanta coisa para escrever que eu deveria ficar uma noite inteira escrevendo.
poderia contar das mudanças, das pessoas, das curiosidades, das vontades e dos meus quereres que conheci nos últimos meses.
quero escrever uma carta essa semana. uma carta de amor desconhecido, de amor incosciente, de amor sem precisar de resposta ou de mesmo perguntar-se: será que isso é amor?

nos últimos meses, desde que fiz aniversário um turbilhão de coisas aconteceram e entre altos, baixos e medianos, pude conectar alguns pontos da minha vida.
eu me sinto bem com as escolhas atuais. me sinto forte, me sinto leve, como há tempos não sentia.
é como se tivesse atravessado uma onda do mar e tudo tivesse sido renovado.
nos próximos meses, eu terei que melhorar minha postura e finalmente virar uma mulher.
o que é ser uma mulher? talvez a pergunta seja outra, mas o objetivo é que eu amadureci e pude perceber que é possível explorar a minha sensibilidade ao meu favor.
é possível querer e conseguir. eu chorei quando percebi isso, como criança e fui até a Igreja da Sé (coração de São Paulo, ao meu ver) para agradecer.
o ano está acabando e as coisas estão começando a se encaixar.

é possível querer e foi isso que eu aprendi nos últimos meses.



na próxima, espero ter conseguido escrever uma carta. tenho medo do que vou ler quando estiver pronta, um medo mordido. o prazer será meu de sentir.

sentir que os momentos vão além de se ter. pensem nisso...
eu agora vou tentar dormir e deixar que os doces olhos fujam da minha saudade e se percam em minhas mãos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ontem.

um cheiro doce faz com que todo o momento seja reconstruído em questão de segundos. Metrô, quinta-feira, segundos.