Todas as vezes que escuto Jorge Drexler, eu me sinto mais próxima de mim.
Mais próxima do meu íntimo, do que me move e do que me faz perceber a ternura do segundo que passa no relógio.
Amanhã, quero comprar papéis e envelopes. Canetas e uma dose de amor.
É como se eu escreve sem pedir, sem permitir e ao mesmo tempo tentando um novo querer.
Por uns dias eu pude querer, mas não foi o momento certo de querer.
É uma página de uma história que vai virar, se transformar em versos e seguir o seu rumo.
Como se fosse livro, novela, nota de música.
Esse amor pela vida é tão puro, tão terno e tão único de sensações.
As sensações que nos movem, nos divertem e logo depois nos esquecem...
Para novos quereres...
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